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«...Compare-se a Sesimbra náutica e moribunda de hoje com a Sesimbra náutica e plena de vida de há dez, vinte, trinta anos. A troco da suposta protecção da biodiversidade local, criou-se no local um cenário biodegradante de ausência humana» - José de Sousa in 24 Horas de 23 de Maio, que acrescenta:
«...enquanto os países desenvolvidos sustentam a sua política ambiental em estudos científicos e executam-na de forma equilibrada, no Portugal divergente opta-se pelo fundamentalismo de condicionar o que devia ser livre e de proibir o que devia ser condicionado; muitas vezes baseado no princípio da precaução - o princípio dos pobres e ignorantes!»
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